Mauá investe em estúdio multifuncional para oferecer suporte às aulas mediadas por tecnologia
Poderão ser realizadas gravações diversas, transmissões de aulas ao vivo, entrevistas e até mesmo gravações de vídeos promocionais de eventos da instituição
A pandemia trouxe muitas adversidades para a sociedade e para a educação de forma geral, principalmente em razão do distanciamento social entre os docentes e alunos. O cenário adverso, entretanto, estimulou a elaboração de novos ambientes, que agregarão valor ao ensino presencial da Graduação e Pós-Graduação, como o estúdio multifuncional da Mauá localizado na Sala U2.
O Prof.Ricardo Balistiero, coordenador do Curso de Administração da Mauá, reforça que a tecnologia, uma aliada na educação de qualidade do IMT, é tendência, mesmo quando as condições sanitárias estiverem equacionadas, ou seja, o futuro deve combinar as facilidades do universo digital com as vantagens do contato presencial.
"O nosso espaço multifuncional será útil para oferecer suporte aos professores e alunos, pois nele poderão ser realizadas gravações diversas, transmissões de aulas ao vivo e entrevistas."
O prof. Balistiero ainda lembra que o investimento nesse estúdio multifuncional conta com os pré-requisitos para a obtenção do credenciamento como instituição habilitada para oferecer cursos de pós-graduação de forma remota (EAD). "Basicamente, em nosso estúdio são possíveis quatro formatos de gravação:
chroma key, em que o professor, com um fundo neutro, faz a gravação e um produtor pode ilustrar esse cenário;
transmissões ao vivo, realizadas com uma Câmera Go Presence ligada a um computador;
sala de entrevista, espaço constituído para receber personalidades para a realização de entrevistas ou mesmo para os nossos professores gravarem aulas ou materiais de suporte aos estudantes e
light board, um recurso moderno, com elevado impacto visual, com tela transparente e recursos específicos para produção e captação da imagem, cujos vídeos podem ser disponibilizados aos alunos como apoio às aulas mediadas pela tecnologia", conclui o prof. Balistiero.