Indústria 4.0
Transformando desafios produtivos em vantagens competitivas reais.
Soluções para o mercado
Pesquisa, desenvolvimento e otimização de processos e produtos
A expressão Indústria 4.0 foi utilizada pela primeira vez na Feira de Hannover, Alemanha, para denominar um sistema produtivo em que equipamentos, instalações e pessoas estivessem conectados para atender os anseios de consumidores. Dessa forma seria criado um sistema ciber-físico capaz de produzir, no limite, um lote econômico de apenas uma unidade.
Ser competitivo é o ponto chave desse conceito. Isso é tão forte que o Fórum Econômico Mundial o incluiu na sua publicação The Global Competitiviness Report 2019 , e ajustou o rol de critérios de classificação de países para The Global Competitiviness Index 4.0.
O Brasil também publicou, em 2017, o Plano de Manufatura Avançada , que analisa a situação do País e propõe ações para aumentar a sua competitividade.
Desenha-se nesse cenário um roteiro, que parte do correto entendimento das ações organizacionais para chegar ao desejado ponto de poder enfrentar, com vantagem, os principais concorrentes nacionais e internacionais. A esse processo deu-se o nome de Jornada Rumo à Indústria 4.0. Para identificar exatamente o ponto de partida, ou a situação atual da empresa, utiliza-se a ferramenta Índice de Maturidade, desenvolvida a partir de recomendações publicadas pela alemã ACATECH - Academia Nacional de Ciência e Engenharia , representada na Figura 1. O Estágio Zero é desdobrado nas etapas mostradas na Figura 2.
Figura 1: A Jornada Rumo à Indústria 4.0 e os Estágios de
Maturidade.
Fonte: Adaptado de VDI - Associação de Engenheiros
Brasil-Alemanha.
Figura 2: Desdobramento das etapas a cumprir no Estágio Zero.
O IMT propõe avaliar as operações de uma empresa para identificar o seu estágio de maturidade e desenhar a jornada a seguir. A Symnetics é a consultoria parceira nesse trabalho e aporta experiência, metodologia e visão estratégica na exploração de oportunidades inovadoras.
O principal resultado a obter é a redução de custos advindos de perdas e desperdícios e consequente geração de caixa que pode ser revertido em investimentos e consequente vantagem competitiva no mercado repleto de incertezas e turbulências. Trata-se, portanto, de um projeto que tem uma excelente relação custo/benefício.
Uma pergunta que sempre é formulada quando esse assunto é abordado em diversos eventos: por que começar? A resposta é: porque o futuro das organizações requer controle das atividades e recursos e quem não se preparar para ele poderá não sobreviver por muito tempo.