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INFO MAUÁ Mauá
edição 96 - outubro de 2018

Alunos do InovaMauá desenvolvem material que substitui o plástico

Sem matéria-prima proveniente do Petróleo, o projeto conhecido como BioFilme promete ser uma alternativa atraente para o mercado

Desenvolvido pelo grupo, o BioFilme é um produto substituto do plástico, mas não provém do Petróleo.

Mais uma iniciativa de ponta foi realizada pelos alunos da Mauá. Pensando em oferecer um produto equivalente ao plástico, mas que não dependa do Petróleo para ser produzido, alunos da instituição estão desenvolvendo o BioFilme, uma alternativa composta com base de amido de mandioca, glicerol, água e sorbato de potássio.

A ação, que partiu de um conjunto de estudantes que integram o InovaMauá, começou no primeiro semestre de 2018 e agora passa por uma intensa fase de testes.

"Para conseguirmos uma formulação resistente e para mostrar alternativas sustentáveis ao uso do plástico para a sociedade, além do material em si, estamos testando como o BioFilme consegue proteger do ambiente externo o produto e manter suas propriedades, sua resistência", afirma a  aluna da Mauá, Giullia Abrão.

Diferentemente do plástico, a principal matéria-prima do BioFilme é proveniente de fonte vegetal renovável (como o amido de mandioca); dessa forma, o carbono que compõe o bioplástico é proveniente do ciclo de carbono atual e não de milênios anteriores, contribuindo, assim, para evitar a intensificação do efeito estufa.

Você conhece o InovaMauá?

Com apoio e orientação dos docentes da instituição,  o grupo de alunos não deixa de pensar em projetos ambiciosos.

O grupo multidisciplinar, composto por alunos da graduação do Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio e orientação dos docentes da instituição, não param com suas ambições. Os estudantes já estão pensando em desenvolver soluções que não prejudiquem o meio ambiente. A equipe do InovaMauá tem planos de desenvolver novas embalagens de biofilme, com alguns diferenciais, como a alteração da coloração quando o alimento estiver estragado, além de embalagens comestíveis flavorizadas.

"Percebemos que há uma necessidade global de contar com alternativas aos materiais mais utilizados hoje e por isso apostamos no BioFilme. Além de ser um projeto inovador, desafiante e sustentável, ele mostra a força de vontade que nós, estudantes, temos para fazer a diferença na sociedade", reforça a aluna do Instituto Mauá de Tecnologia e presidente do InovaMauá, Carolina Mazzaro.

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