Mauá impulsiona formação global com envio de 40 alunos para intercâmbio acadêmico
Experiência internacional fortalece a formação acadêmica, amplia repertórios culturais e prepara estudantes para um mercado cada vez mais global.
A internacionalização faz parte da formação de profissionais preparados para atuar num mercado cada vez mais conectado e global. Neste semestre, o Instituto Mauá de Tecnologia dá mais um passo nessa direção ao enviar 40 estudantes para programas de intercâmbio em universidades de referência no exterior. O número representa um marco para a Instituição e evidencia o crescente interesse dos alunos em enriquecer sua formação por meio de experiências internacionais.
Os estudantes embarcam para diferentes destinos, com destaque para Alemanha, França e Espanha, países que concentram as universidades mais procuradas nesta edição do programa. Entre elas estão a Technische Universität Braunschweig, a CentraleSupélec e a Universidad Politécnica de Madrid, reconhecidas internacionalmente pela excelência acadêmica, especialmente nas áreas de Engenharia e Tecnologia.
Segundo a coordenadora do Departamento de Relações Internacionais da Mauá, Flávia Loss, esse movimento reflete a importância que a experiência internacional passou a ter na formação dos futuros profissionais. “Esse é um número expressivo e demonstra o interesse dos nossos estudantes na internacionalização de seus currículos. Hoje, todas as áreas do conhecimento demandam algum tipo de experiência internacional para ampliar o repertório acadêmico, cultural e profissional. Nosso compromisso é continuar ampliando parcerias e oportunidades para que mais alunos tenham acesso a esse tipo de vivência”, destaca.
Diferenciais do programa
Um dos grandes diferenciais do programa neste semestre é que seis estudantes foram contemplados com bolsas da CAPES por meio dos programas BRAFITEC, voltado ao intercâmbio com instituições francesas, e MARCA, direcionado a universidade parceiras na América do Sul. O apoio financeiro cobre as despesas dos participantes e amplia o acesso às experiências internacionais, permitindo que mais estudantes possam vivenciar essa etapa da formação independentemente das condições financeiras.
Além do ganho acadêmico, o intercâmbio representa uma oportunidade única de desenvolvimento pessoal. Durante a permanência no exterior, os alunos entram em contato com novas metodologias de ensino, bibliografias, centro de pesquisas e novas culturas, além de construir uma rede internacional de contato com professores, pesquisadores e estudantes de diversas nacionalidades.
“Mais do que dominar um segundo idioma, a experiência internacional desenvolve autonomia, capacidade de adaptação e diálogo com diferentes culturas. São competências muito valorizadas pelo mercado de trabalho e fazem diferença na formação dos nossos estudantes”, afirma a professora de Relações Internacionais.
A internacionalização da Mauá também se fortalece com experiências que conectam os estudantes a ambientes criativos, culturais e profissionais fora do País. Foi o caso de Thiago Perella, aluno do 4.º ano de Design, que participou de uma residência artística no Japão durante três meses, por meio de uma parceria entre a Mauá e a Japan House. A vivência ocorreu no SANDWICH INC., estúdio localizado em Kyoto, onde o estudante teve contato com projetos nas áreas de artes plásticas, design e arquitetura.
“Semanalmente, passávamos por setores diferentes do estúdio e trabalhávamos em projetos variados, o que me permitiu adquirir muitos conhecimentos sobre processos criativos e práticos nessas três áreas. Além disso, estar imerso num contexto cultural completamente diferente fez-me crescer imensamente como designer e como ser humano”, relata Thiago. “O Japão se tornou um local muito importante para mim, e trago as amizades, aprendizados e memórias que construí lá com muito carinho. Tenho somente a agradecer à Japan House e ao Instituto Mauá de Tecnologia me proporcionarem essa experiência.”
Outra vivência que reforça o impacto da mobilidade acadêmica é a de Pedro Carvalho, aluno do 4.º ano de Design do Instituto Mauá de Tecnologia. Em 2025, ele realizou intercâmbio na Universidad Anáhuac Mayab, em Mérida, no México, onde permaneceu de janeiro a dezembro, completando um ano de formação internacional.
“Mais do que aprender Design num contexto cultural diferente, vivi um período intenso de adaptação e desafios, que resultou num crescimento pessoal que dificilmente teria alcançado permanecendo apenas no Brasil. Conviver com uma nova cultura e com uma forma diferente de pensar e ensinar Design ampliou significativamente minha maneira de enxergar o mundo e a mim mesmo. Se pudesse resumir essa experiência num conselho para outros estudantes que pensam em fazer intercâmbio, seria simples: Vá!. Voltamos para casa carregando muito mais do que aquilo que fomos buscar”, conta Pedro.
Acompanhamento das etapas
Para garantir o melhor aproveitamento da experiência, a Mauá acompanha todas as etapas do processo de mobilidade acadêmica. Desde a escolha da universidade parceira até o retorno ao Brasil, os estudantes recebem orientação da equipe de Relações Internacionais, que auxilia a definição dos destinos, o processo seletivo e a preparação para a adaptação acadêmica e cultural.
O impacto dessa experiência também se estende à comunidade acadêmica. Ao retornarem, os intercambistas compartilham conhecimentos, ampliam o networking internacional, institucional e fortalecem novas oportunidades de cooperação com universidades estrangeiras. A criação de redes de apoio entre alunos e ex-intercambistas, além da participação em projetos internacionais, contribui para consolidar uma cultura de internacionalização cada vez mais presente na Mauá.
“Ao investir em programas de mobilidade acadêmica, a Mauá reforça seu compromisso com uma formação conectada aos desafios globais, preparando profissionais capazes de atuar em diferentes contextos culturais, científicos e tecnológicos. O intercâmbio representa uma oportunidade de ampliar horizontes, desenvolver novas competências e construir uma trajetória acadêmica e profissional ainda mais completa”, finaliza a professora Flavia Loss.
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