Marcelo Blay, ex-aluno da Mauá, fala sobre as vantagens competitivas de ser
engenheiro
Marcelo Blay, 47 anos, é formado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Mauá de Tecnologia e em 2010
fundou a Minuto Seguros. Ele decidiu empreender em uma das primeiras corretoras de venda de seguros on-line do Brasil, pois a
maior parte de sua vida profissional se deu nesse mercado.
Marcelo conta que escolheu estudar na Mauá pela reputação da
instituição e pelo reconhecimento profissional de seus formandos. ?Eu entendia que o curso de Engenharia Mecânica me daria uma
formação muito flexível e me capacitaria para trabalhar em diversas áreas profissionais. Como a Mauá não forma o Engenheiro
Mecânico em uma área específica, o profissional se diferencia por ter uma visão mais ampla, mais polivalente e auxilia na
adaptação a diferentes necessidades do mercado de trabalho", complementa.
Durante sua trajetória profissional, passou
por empresas como a Brakofix, Restaurante América, Porto Seguro Seguros, Itaú Seguros, além de uma empresa gestora de recursos que
administrou por quatro anos antes de abrir sua própria empresa.
?Acredito que o estudante de engenharia mecânica deva
tentar olhar o mundo como uma fonte inesgotável de oportunidades. Formei-me em 1988, período em que o Brasil estava em recessão e
as oportunidades quase não existiam. Por isso, tive de buscar uma colocação em mercados tradicionalmente não procurados pelos
engenheiros, como restaurantes e seguros", explica.
Marcelo encoraja os novos alunos a terem empreendedorismo: ?Já é
possível pensar em abrir uma empresa logo nos primeiros anos da faculdade; testem ideias inovadoras, tenham coragem. Se não der
certo, não se desesperem. Aprendam com a situação e tentem de novo. Isso é muito valorizado por investidores em busca de jovens
talentos.?.
Sobre sua empresa, o ex-aluno começou com três funcionários e hoje conta com 180. Foi criado um modelo
operacional inovador, que despertou o interesse de 42 fundos de investimento. ?Nossa expectativa é levar esta empresa à Bolsa de
Valores num prazo de 7 a 10 anos. Se vamos conseguir, não sei, mas gostamos de trabalhar com metas audaciosas",
finaliza.
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