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INFO MAUÁ Mauá
edição 27 - dezembro de 2011

ABIQUIM ministra palestra no Instituto Mauá de Tecnologia em celebração do Ano Internacional da Química

O Instituto Mauá de Tecnologia recebeu, em 27 de outubro, Marcelo Kós Silveira Campos, Diretor de Assuntos Industriais da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) para uma palestra sobre o futuro do setor. O evento teve como objetivo comemorar o Ano Internacional da Química,  proclamado na reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas em agosto de 2009, em Glasgow, Escócia,  sob o tema “Química – a nossa vida, o nosso futuro” com a intenção de celebrar as contribuições da química para o bem-estar da humanidade.

 Sob o tema “O futuro da Engenharia Química”, Marcelo Kós abriu sua palestra ressaltando a importância dessa indústria no Brasil, que ocupa a sétima posição mundial em faturamento, com US$ 130 bilhões e deve gerar cerca de 300 mil empregos nos próximos anos.

 “A palestra trouxe uma nova visão da indústria de Engenharia Química com foco no futuro do setor. Os processos industriais devem ser cada vez mais seguros, com uma gestão de resíduos mais eficiente e preocupação com as mudanças climáticas. De modo geral, os produtos deverão ter mais consciência ecológica” afirma o professor de Engenharia Química do Instituto Mauá de Tecnologia, Moacyr Jorge Elias.

Para a população em geral, isso significa fabricar um produto químico mais eficiente, com frascos e resíduos que possam ser recuperados. Será necessária uma mudança de hábito do consumidor, sua reeducação desde o modo de utilização do produto até seu aproveitamento pós-consumo.

Para o professor Moacyr Jorge Elias, a evolução da indústria química, até 2020, terá foco na nanoquímica e bioquímica, moléculas mais simples e delicadas oriundas da era da petroquímica.  A partir de então,  a previsão é a de que o foco sejam os produtos seguros e sustentáveis, a chamada química verde.

Com o crescimento econômico, a expectativa é a de que a indústria química bata recordes de crescimento, o que significa mais contratações e necessidade de mão de obra qualificada. Segundo Marcelo Kós, em 2009 as instituições brasileiras de ensino formaram oito mil profissionais entre químicos e engenheiros químicos, mas esse número ainda não é suficiente para atender a demanda no País.

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