Atualmente o IMT participa da cooperação mundial , entre universidades e instituições de pesquisas, para a construção do Telescópio Gigante de Magalhães, conhecido internacionalmente como GMT. O telescópio será construído no Observatório de Las Campanas, no deserto do Atacama, no Chile.
O equipamento será o maior do mundo e está classificado como o primeiro da classe Telescópios Extremamente Grandes com alta capacidade de captação de definição e sensibilidade do cosmos e irá explorar o passado até perto do Big Bang. O poder de resolução será 10 vezes maior do que o do Telescópio Espacial Hubble , equipamento mais potente do mundo no momento. Tem um design único, construído com sete espelhos monolíticos rígidos gigantes de 8,4 metros de diâmetro cada. Seis espelhos cercam um espelho central e formam uma superfície óptica única de 24,5 metros, com uma área total de coleta de luz de 368 metros quadrados.
Além do Instituto Mauá de Tecnologia, o projeto GMT também conta com a presença do IAG (Instituto de Astrologia, Geofísica e Ciências Atmosféricas) da USP (Universidade de São Paulo) no consórcio internacional formado por EUA, Austrália, Coreia do Sul e Brasil.
O projeto e construção desse telescópio vai permitir a descoberta, na ciência, desde os estudos das primeiras estrelas e galáxias no universo, até a exploração de planetas em torno de outras estrelas. Inicialmente, o foco do IMT no projeto está nas áreas de engenharia de sistemas e engenharia de software, com grande contribuição na área de instrumentação eletrônica do telescópio. O objetivo da instituição é colaborar com o projeto com o emprego de sua capacidade de pesquisa e geração de conhecimento em engenharia .