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Comissão Assessora do Inep reúne-se no Instituto Mauá de Tecnologia para revisão de instrumentos de avaliação de cursos

Grupo de profissionais de educação busca examinar e promover importantes melhorias no Ensino Superior brasileiro

São Paulo, fevereiro de 2024 – Neste mês, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) sediou, em São Caetano do Sul, as reuniões da Comissão Assessora do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) das áreas de engenharia, produção e construção. O grupo foi idealizado para revisar os instrumentos de avaliação in loco de cursos de graduação, como parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.

A revisão realizada pela comissão fornece dados para fins regulatórios, o que indica, por exemplo, se um curso deve ser autorizado ou reconhecido, além de ressaltar o que precisa ser aprimorado. Entre os profissionais envolvidos estão o Superintendente Geral do IMT, Irineu Gianesi, e o professor e Pró-Reitor Acadêmico, Marcello Nitz.

“Essa avaliação é indutora da melhoria da qualidade. Os instrumentos sinalizam o que é importante e o que deve ser buscado pelas instituições, visando assegurar a boa formação dos alunos”, afirma Gianesi.

Alessandro Fernandes Moreira, Vice-Reitor da UFMG, também integra a comissão de especialistas e explica que as atividades até então realizadas buscam revisar os objetos das três dimensões do Instrumento de Avaliação: Organização Didático-Pedagógica, Corpo Docente e Tutorial e Infraestrutura. Além de elaborar uma quarta dimensão, a Área Específica, que é composta por um conjunto de objetos de avaliação específicos para a área de Engenharia e Arquitetura.

“O trabalho que vem sendo realizado pela Comissão Assessora tem grande importância, visando garantir a qualidade da formação em engenharia e arquitetura, consolidando as Diretrizes Curriculares Nacionais [DCNs] para essas áreas”, afirma Moreira.

“Os objetos que compõem o Instrumento de Avaliação devem ser encarados não apenas como balizadores da situação atual dos projetos pedagógicos dos cursos diante das demandas regionais, nacionais e globais, mas também como indutores de melhorias no processo de ensino-aprendizagem e de formação no ensino superior”, completa.

Com as reuniões realizadas e as devidas medidas indicadas pelos profissionais de educação, o ensino superior brasileiro tem muito a evoluir, como afirmam os especialistas. “Os instrumentos atuais já serviram a seu propósito e precisam de revisão e modernização para seguir promovendo a melhoria”, ressalta Marcello Nitz. “Uma das mudanças esperadas é um direcionamento maior para os resultados e para os impactos sem, evidentemente, desmerecer a importância dos insumos”, finaliza.

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