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Alunos da Engenharia Mauá recebem a medalha de ouro, na categoria Concrebol, no Congresso Brasileiro do Concreto 2022

A equipe Concreto Mauá também ficou com a medalha de prata, na categoria Quem Sabe Faz ao Vivo

A equipe Concreto Mauá, do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), mais uma vez se destacou em competições nacionais. Durante a 63ª edição do Congresso Brasileiro do Concreto, realizado em Brasília, em comemoração ao Jubileu de Ouro do Instituto Brasileiro do Concreto (Ibracon), a equipe Concreto Mauá conquistou o primeiro lugar, na categoria Concrebol, e o segundo lugar, na categoria Quem Sabe Faz ao Vivo.

O Congresso Brasileiro do Concreto é considerado um espetacular encontro nacional e internacional de profissionais e especialistas na área de estruturas de concreto, cujo nível técnico é endossado pelas 62 edições anteriores. Nesta edição, a equipe do IMT competiu com 14 instituições de ensino de Engenharia do Brasil, o que reforça o preparo da equipe Concreto Mauá para competições de alto nível. 

“Somos hexacampeões no Concrebol, bicampeões no Cocar e ganhamos a Medalha Ibracon em 2019, por termos nos classificado em primeiro lugar na pontuação geral”, comenta a professora Heloísa Cordon, que é coordenadora da equipe desde 2013. Neste ano, ela contou com o apoio do engenheiro civil Mateus Zanovello de Oliveira, como coorientador da área de Materiais de Construção Civil, e também com o professor Fábio Selleio Prado, que desde 2013 é orientador da área de Estruturas.

A equipe Concreto Mauá é composta por 15 alunos ativos, dos quais nove foram selecionados para representar a Mauá nas competições. Temos alunos da primeira até a última série na equipe, mas os alunos que foram competir nesta edição estão entre a segunda e a quarta séries. Vale citar que há um participante muito ativo que cursa a quarta série da Engenharia Química.

Destaques em 2022

A Mauá participa das competições desde o início dos anos 2000, de maneira ininterrupta. Desde 2012, a equipe conseguiu se manter entre os destaques da competição, sempre entre os três primeiros colocados de pelo menos uma categoria. Neste ano, os alunos da equipe participaram da categoria Aparato de Proteção ao Ovo, Cocar, Concrebol e Quem Sabe Faz ao Vivo. As duas últimas renderam, respectivamente, a primeira e a segunda colocação.

“A categoria Concrebol demanda conhecimento técnico e prático para a construção de uma bola de concreto leve, de diâmetro próximo ao de uma bola de boliche. Entre os objetivos da competição, estão fazer um gol, descrever uma trajetória reta sobre uma prancha horizontal, impulsionada por uma alavanca que lança a bola em direção ao gol na outra extremidade da prancha, e apresentar o melhor desempenho em teste de compressão. Já no Quem Sabe Faz ao Vivo, os alunos devem produzir um concreto autoadensável, translúcido, de baixo custo e alta resistência no local da competição. A equipe tem 60 minutos para pesar o material, preparar o concreto, testar a consistência, moldar os corpos de prova e realizar a limpeza do ambiente”, detalha Heloísa.

A participação nesses eventos é extremamente valiosa para os alunos. Eles aprendem e desenvolvem habilidades que são mais difíceis de trabalhar em atividades e disciplinas convencionais. “O trabalho em equipe, portanto, a organização do tempo, o planejamento, a autonomia, o saber lidar com imprevistos são elementos muito importantes nesse processo. Além disso, eles têm a oportunidade de interagir com estudantes e profissionais de todo o Brasil e fazer um networking, que, de outra maneira, não seria possível. Sem citar o conhecimento técnico adquirido para a elaboração dos protótipos”, conclui a coordenadora.

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