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INFO MAUÁ Mauá
edição 49 - fevereiro de 2014

Planejar e poupar na restituição do IR

Fazer um plano de previdência privada é uma maneira de guardar dinheiro e garantir uma aposentadoria ?tranquila?. Portanto, ela deve ser vista não apenas como uma poupança, mas também como uma maneira de complementar o benefício que a pessoa receberá do INSS após aposentar-se.

Para quem faz sua declaração de Imposto sobre a Renda (IR) no modelo completo, o ideal é contratar um plano de previdência privada do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), pois permite deduzir da renda tributável o valor das contribuições, até o limite de 12% dessa renda. Isso possibilita o aumento da restituição de IR ou  uma redução no imposto a pagar, explica o professor e superintendente financeiro do Instituto Mauá de Tecnologia,  Francisco José Olivieri.

A escolha do plano também faz parte do planejamento do futuro. No caso do PGBL, a tributação incidirá sobre o valor total recebido e, no VGBL,  somente sobre o ganho de capital auferido (rendimentos). A alíquota de Imposto sobre a Renda (IR) depende do regime de tributação escolhido: Progressivo ou  Antecipado,  e Regressivo ou  Definitivo. No regime Progressivo (ou Antecipado), a alíquota de Imposto de Renda na Fonte é de 15% no momento do resgate, com posterior ajuste na declaração anual de IR, conforme a Tabela Progressiva do IR. No Regressivo (ou Definitivo), as alíquotas de IR diminuem com o tempo, começando em 35% até chegar a 10%. Nesse regime, tanto no resgate quanto no recebimento de renda, a tributação ocorre na fonte, sem a necessidade de ajustes na declaração de Imposto de Renda, conta o professor.

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