Eng. de Processos Aplic. ao Tratamento de Resíduos


Codigo Carga Horária
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EQM406 2 0 0 80

Ementa

Princípios do tratamento de resíduos líquidos, gasosos e sólidos. Características e legislação de resíduos. Níveis, processos e sistemas de tratamento. Tratamentos físicos, químicos, físico-químicos e biológico. Análise e dimensionamento de sistemas de tratamento de resíduos

Descrição

A área de engenharia de processos aplicada ao tratamento de resíduos é entendida como a parte da engenharia cujos fundamentos físicos, químicos e bioquímicos estejam relacionados à adequação das atividades industriais ao meio ambiente. Nesse contexto, o tratamento de resíduos ocorre por dois mecanismos básicos: a separação física e/ou a conversão em compostos mais estáveis. A separação ocorre por intermédio de operações que utilizam as propriedades físicas e/ou químicas dos poluentes. A conversão em compostos mais estáveis ocorre por meio da aplicação de processos físico-químicos, químicos e bioquímicos. Esses processos e operações ocorrem em unidades de tratamento, sendo importante conhecer as principais características e os principais aspectos operacionais e de projeto. Em geral, as fontes de geração de resíduos são complexas, o que resulta na emissão de resíduos de diferentes características. Portanto, um sistema de tratamento deve ser composto por diversas unidades, cada uma delas responsável por uma etapa bem definida na conversão ou separação de resíduos. O engenheiro de processos de tratamento de resíduos deve dominar diferentes aspectos dessa problemática com ênfase àqueles que permitam estabelecer critérios de projeto: (i) natureza e origem dos resíduos; (ii) características dos resíduos, determinadas por análises físico-químicas; (iii) relações entre os parâmetros de caracterização; (iv) aspectos quantitativos dos volumes e massas (concentrações) gerados por unidade de tempo e suas variações (horárias, diárias e/ou mensais); (v) principais processos e operações que podem ser aplicadas e da sequência em que devem ser dispostas.

Responsável

Foto Professor

Giovanna Lovato

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Docentes

Foto Professor

Jose Alberto Domingues Rodrigues

Mais Informações

Bibliografia

Básica

  • Metcalf & Eddy, Inc. Wastewater Engineering: Treatment and Reuse. 4rd Ed. McGraw-Hill, New York, 2003.
  • Sperling, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos (v. 1). 2a Ed. DESA/UFMG, Belo Horizonte, 1996.
  • Sperling, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Princípios Básicos do Tratamento de Esgotos (v. 2). DESA/UFMG, Belo Horizonte, 1996.
  • Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 19th Ed. American Public Health Association / American Water Works Association / Water Environment Federation, Washington, 1995.

Complementar

  • Andreoli, C.V.; Sperling, M.V.; Fernandes, F. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Lodo de Esgotos: Tratamento e Disposição Final (v. 5). DESA/UFMG, Belo Horizonte, 2001.
  • Campos, J.R. (Coord.) Tratamento de Esgotos Sanitários por Processo Anaeróbio e Disposição Controlada no Solo. PROSAB/ABES, Rio de Janeiro, 1999.
  • Chernicharo, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Reatores Anaeróbios (v. 4). DESA/UFMG, Belo Horizonte, 1997.
  • Felder, R.M.; Rousseau, R.W. Princípios Elementares de Processos Químicos. 3a Ed. LTC, Rio de Janeiro, 2005.
  • Fogler, H.S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 4a Ed. LTC, Rio de Janeiro, 2009.
  • Gonçalves, R.F. (Coord.) Desinfecção de Efluentes Sanitários. ABES, Rio de Janeiro, 2003.
  • Metcalf & Eddy, Inc. Wastewater Engineering: treatment, Disposal and Reuse. 3rd Ed. McGraw Hill, New York, 1991.
  • Schmidell, W.; Lima, U.A.; Aquarone, E.; Borzani, W. Biotecnologia Industrial - Engenharia Bioquímica (v. 2). Edgard Blücher, São Paulo, 2001.
  • Speece, R.E. Anaerobic Biotechnology for Industrial Wastewaters. Archae Press, New York, 1996.
  • Sperling, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Lodos Ativados (v. 3). DESA/UFMG, Belo Horizonte, 1996.